Resenha: A Seleção #1



Foto tirada por mim mesma.
Título: A Seleção
Título original: The Selection
Autora: Kiera Cass
Editora: Seguinte

Sinopse: Para trinta e cinco garotas, A Seleção é a chance de uma vida. Num futuro distante em que os EUA deram lugar ao Estado Americano da China e mais recentemente Illéa, um país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças de dezesseis a vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe Maxon é a oportunidade de escapar de uma realidade impostas a elas ainda no berço. É a chance de ser alcançada de um mundo de possibilidades reduzidas para um mundo de vestidos deslumbrantes de joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e de um dia ser rainha.
No entanto, para America Singer, uma artista da casta cinco, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás Aspen, o rapaz que realmente ama e que está a uma casta abaixo dela. Significa abandonar a sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes.
Então America conhece pessoalmente o príncipe. Bondoso, educado, engraçado e muito, muito charmoso, Maxon não é nada que se poderia esperar. Eles formam uma aliança, e, aos poucos,  America começa a refletir sobre tudo o que tinha planejado para si mesma- e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que ela nunca tinha ousado imaginar.

Resenha:


A Seleção é o primeiro livro da trilogia distópica escrita por Kiera Cass.

A história se passa em um novo país denominada Illéa, onde a sociedade é divida em oito castas. A casta um, que é a realeza e o clero; a casta dois que são as celebridades, entre eles atletas, atores, modelos, políticos e oficiais (policiais, bombeiros, soldados entre outros...); a casta três que são os educadores, escritores, inventores, médicos entre outros; a casta quatro, que são os fazendeiros, joalheiros, chefes de cozinhas, proprietários, etc.; a casta cinco, que são os artistas. Músicos, cantores eruditos, etc.; a casta seis que são os secretários, costureiros, motoristas...; a casta sete que geralmente são os trabalhadores braçais tais como pedreiros e jardineiros e a casta oito, que é a casta com a pior condição social. São os deficientes físicos e mentais, desabrigados, viciados, fugitivos e por assim vai.

 A história é contada em primeira pessoa por America Singer, uma menina da casta Cinco. Ela nutre um romance escondido com o Aspen, um seis. Sim, é um romance meio que proibido pelo fato da sociedade ser tão burocrática quando o assunto é uma casta diferente da sua de origem. 
Ela sonha em um dia poder construir uma família com ele, mas as coisas mudam quando ela recebe uma carta para participar de A Seleção.

A Seleção nada mais é do que uma convocação de trinta e cinco meninas para conquistar um único coração do amado príncipe Maxon.

America acha um absurdo um concurso para ser esposa de alguém sem nem ao menos conhecê-lo.  Ela teima desde o inicio que não quer participar da A Seleção, mas como as condições de sua vida – e de sua família- não é muito boa, ela é convencida pela mãe e pelo namorado a participar. Pensando que ela não será escolhida, ela faz a sua inscrição para satisfazer a sua família, mas o que ela não espera é que ela realmente fosse escolhida para concorrer o coração do príncipe.



‘’Não queria ser da realeza. Não queria ser Um. Não queria nem tentar.’’



Foto tirada por mim mesma.
Minha opinião: A narrativa é bem leve e boa. Gostei do livro desde o começo, não desgrudei dele nem um minuto, enquanto eu não terminasse de ler eu não conseguiria dormir. Apeguei-me tanto nele. A história é divertida mas triste ao mesmo tempo.

Mais por que triste? Pelo fato da sociedade ser dividida entre castas, por falar sobre algumas condições precárias que nós vivenciamos sem perceber no nosso dia-a-dia.

Mas tirando isso a história é bem divertida, com certas brigas entre as Selecionadas. Impressionei-me com a teimosia da America. Ela é uma menina que sabe o que quer, uma pessoa independente, uma garota que é ela mesma. Que apensar de tudo, nunca muda de caráter.  

Então sim, eu recomendo. Muitas pessoas podem virar a cara por causa do assunto envolver realeza, príncipes, princesas e tudo mais, mas eu recomendo, pois é mais do que um conto de fadas. É uma aventura distópica diferenciada das demais.

Talvez?

Ainda consigo me lembrar dele. Aquela pessoa que sempre me ajudou, quem me fez feliz em cada momento que passamos juntos, que me fazia esquecer dos problemas que eu estava enfrentando; aquela pessoa que sempre esteve aqui comigo, nos piores e nos melhores momentos de minha vida.

Lembranças que estarão em minha mente por muito tempo.
Dias? Anos? Não sei, talvez eu carregue esse sentimento para sempre. Talvez eu nunca consiga responder essas perguntas que, daqui para frente, irá percorrer a minha mente cada vez mais.

Penso que logo irá passar, mas eu ainda duvido que essa hipótese possa ocorrer. Talvez isso desapareça com o tempo, mas sempre será um ‘’talvez’’. Não sei oque o mundo planeja para a minha vida no futuro.

Ele me apresentará novas pessoas? Novos amigos? Novos destinos? Rumos? Não sei, só fazendo as escolhas certas para descobrir. Só vivendo para saber.

Sabe quando você não consegue distinguir oque sente? Hoje eu estou assim. Sempre estive, mas, ultimamente, essa sensação piorou e piora cada vez mais.
Tem horas que eu estou feliz, mas, tem horas, que a felicidade diminui, e tudo transborda, como se para mim o mundo fosse acabar naquele mesmo segundo. 
Eu penso que a minha vida está melhorando mas sempre entra algo para me fazer pensar o contrario.
Às vezes são motivos tão bobos, mas eu cansei. Cansei de sempre sentir a mesma coisa. Cansei de querer mudar e não conseguir, de sempre fracassar, de tentar alcançar meus sonhos mas nunca conseguir.
Estou sufocada, coloco um sorriso no rosto, mas, dentro de mim, está tudo completamente confuso.
Até quando eu irei sentir isso?

Não sei, não tenho a mínima ideia. Talvez nunca irei saber. Talvez isso nunca mude.

Tag recebida!!!!!

Hey Constellations! 


Estou feliz, hoje eu recebi uma nova tag do blog A Culpa é do Tio Verde. Obrigada Lah!!
Vamos ver?

Resenha: O Teorema Katherine

Autor: John Green
Editora: instrínseca
Quantidade de páginas: 302

Sinopse: Colin conhece Katherine. Katherine gosta de Colin. Colin e Katherine namoram. Katherine termina com Colin. É sempre assim.
Após seu mais recente e traumático pé na bunda - o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine- Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam.
Uma descoberta que vai entrar para a história vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.

                                                                      +++
Colin é um garoto completamente exótico. Além de ser nerd, ele é gênio que não faz nada da vida, além de fazer anagramas, decorar coisa e namorar Katherines.
Colin é um menino prodígio, só pensa em estudar. Era solitário, sozinho e estava cansado de levar um pé na bunda toda vez que namorava uma Katherine.
Cansado de ver Colin sofrer, Hassan, o seu único e melhor amigo, o convence a fazer uma viajem de carro, sem rumo e sem destino, e acabam indo parar em uma cidade no interior, chamado de Gutshot. 
Colin e Hassan permanecem nessa cidade, na casa de Hollis, que oferece um emprego na fábrica, onde juntos, trabalham com a sua filha Lindsey.
Como o destino é maravilhoso, Lindsey é a peça chave que estava faltando na vida de Colin.

Eu não acho que seja possível preencher um espaço vazio com aquilo que você perdeu. (...) Não acho que nossos pedaços perdidos caibam mais dentro da gente depois que eles se perdem.


Colin tenta descobrir que o amor pode ser representado por um gráfico matemático. Ele tentou demonstrar por quanto tempo os seus relacionamentos amorosos com as Katherines iriam durar e quem seria o terminante e o terminado da relação. Com esse teorema, ele finalmente conseguiria atingir o seu momento gênio. O único problema é que ele não sabia que esse teorema seria tão difícil quanto ele imaginava. Será que ele conseguiu solucionar esse enigma?


O final desse livro não me causou tanto impacto a quanto o de ‘’A Culpa é das Estrelas’’ e como ‘’Quem é você, Alasca?’’.
É um livro inteligente, com personagens cativantes e é interessante como o John mostra uma grande reflexão, assim como todos os outros livros dele.  Claro, temos que constar que no livro sempre tem aquelas escapadinhas de palavrão né?
Toda vez que tinha um gráfico matemático eu não entendia muito bem, pois sou péssima em matemática, mas isso não atrapalhou na minha leitura, pois ainda sim eu entendia o ponto de vista do autor.

O pedaço que faltava em seu estômago doía demais- ele acabou parando de pensar no Teorema e ficou se perguntando simplesmente como algo que não está lá pode causar tanta dor a alguém.



Recomendo ;)
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